Nos últimos anos, a discussão sobre o impacto dos jogos eletrônicos na saúde mental tornou-se cada vez mais relevante. Em 2025, com o aumento do acesso a plataformas digitais, a palavra-chave '70p' emergiu como um termo popular, representando tanto um movimento no mundo dos jogos quanto uma abordagem crítica sobre seu impacto na sociedade.
De um lado, especialistas destacam que os jogos podem promover habilidades cognitivas, como resolução de problemas e coordenação motora. Por outro lado, também apontam os riscos associados ao uso excessivo, como isolamento social e aumento dos níveis de ansiedade, especialmente em jovens.
A pandemia de COVID-19 impulsionou o uso de plataformas digitais para entretenimento, e a tendência continua no cenário atual. A tecnologia avançada dos jogos, com experiências mais imersivas, desperta preocupações sobre o impacto prolongado na saúde mental. Estudos recentes indicam que, embora muitos jogadores relatam experiências positivas, há um número crescente de indivíduos que buscam apoio psicológico relacionado ao uso compulsivo de jogos.
Essa situação levou a uma série de fóruns e conferências internacionais dedicadas a entender como regulamentar o tempo de jogo sem limitar o entretenimento e a expressão pessoal dos usuários. Pesquisadores trabalham em parcerias com desenvolvedores de jogos para criar conteúdos que possam incluir ferramentas de controle parental e aconselhamento em saúde mental diretamente nas plataformas.
O ano de 2025 sinaliza um momento crítico para uma abordagem equilibrada, onde os jogos são valorizados por suas contribuições positivas, mas com um foco renovado nas estratégias de mitigação dos efeitos adversos. O debate continua sobre qual será o papel dos governos e das organizações de saúde em regulamentar e proporcionar suporte para a comunidade gamer global.




